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Review | Resistência.

O novo filmes do diretor Gareth Edwards, Resistência (The Creator), chegou aos cinemas de todo mundo com a missão de revolucionar o conflito pré-existente nos longas mundo a fora. Com uma proposta diferente, Edwards busca mostrar ao público a visão de que humanidade vs máquina não precisa existir sempre, que ambos podem co-existir.


O começo do filme permite que nós consigamos entender a evolução da IA, suas semelhanças com o corpo humano e como os conflitos que a trama aborda começaram - uma bomba atômica explodiu em Los Angeles e o governo americano decide eliminar todos os traços de IA do planeta. Mas, a "Nova Ásia", uma junção entre Japão, China, Coreias e etc, não concordam com a decisão do governo estadunidense. - A trama principal é sobre um soldado americano com a missão de achar o terrorista chamado "O Criador"que criou uma arma em forma de IA que pode vencer os EUA e acabar com a guerra.


O americano, Joshua (John David Washington), ao passar alguns anos infiltrado conhece uma mulher e começa sua bela vida até que sua missão é comprometida e ele volta para os Estados Unidos. Outro salto acontece na história que perde muito tempo em seu passado e aproveita pouco o presente da trama. Joshua é manipulado a voltar para batalha quando conheçe uma criança IA, Aflie (Madeleine Yuna Voyles), e começa a se questionar qual é realmente o lado certo.


As atuações são boas, mas a atriz mirim Madeleine Yuna Voyles surpreendeu muito, com apenas 9 anos ela mostrou que tem potencial para ir muito longe com tamanho talento para lidar com a complexidade deste filme.


Resistência consegue fazer com que abracemos um lado nesta luta e que queiramos um final diferente. Particularmente, o fim foi frustrante já que todo o enredo é trabalhado de uma forma que te leva a acreditar em uma coisa que não acontece. Mas, acredito que o filme valha a pena ser assistido e refletido.



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